De fazendas de cacau a fábricas artesanais, roteiros ganham força ao transformar o consumo de chocolate em vivência imersiva
Com a chegada da Páscoa de 2026, as chamadas “Rotas do Chocolate” voltam a ganhar protagonismo no turismo brasileiro, combinando gastronomia, cultura e experiências imersivas em regiões produtoras e polos tradicionais de chocolateria. O movimento acompanha uma tendência global de turismo gastronômico, em que visitantes buscam conhecer a origem dos alimentos, os processos de produção e as histórias por trás dos produtos que consomem.
No Brasil, diferentes destinos estruturaram roteiros que conectam fábricas, ateliês de chocolate, fazendas de cacau, cafeterias e atrações culturais. Em estados como o Espírito Santo, Bahia e Rio Grande do Sul, produtores locais e governos regionais vêm consolidando circuitos turísticos que vão da colheita do cacau à produção artesanal de chocolate bean-to-bar. A proposta é transformar a Páscoa em uma experiência sensorial completa, com degustações, visitas guiadas e oficinas que aproximam o público do universo do chocolate.
Além de fortalecer a economia local, as rotas também ampliam o calendário turístico fora dos grandes centros. Municípios que integram esses circuitos registram aumento no fluxo de visitantes durante o período da Páscoa, estimulando pequenos produtores, restaurantes e redes de hospedagem.
Segundo Alvaro Loyola, country manager da Drivin Brasil, o crescimento desse tipo de roteiro mostra como o turismo de experiência vem redefinindo as escolhas dos viajantes. “A Páscoa sempre foi um momento importante para o turismo gastronômico, mas hoje o público quer ir além da compra do chocolate. As pessoas querem conhecer quem produz, entender a origem do cacau e viver experiências que conectem cultura, sabor e território”, afirma.
A empresa observa, ainda, que roteiros temáticos como as rotas do chocolate têm forte potencial de comunicação e engajamento, especialmente em períodos sazonais. “Quando destinos estruturam experiências claras e bem narradas, o turismo ganha uma história para contar. A rota do chocolate é um exemplo de como tradição, gastronomia e entretenimento podem se transformar em um produto turístico muito atrativo”, destaca Loyola.
Além do apelo gastronômico, os circuitos costumam incluir atividades culturais, feiras artesanais, apresentações artísticas e experiências para famílias, o que amplia o perfil do público interessado e fortalece a permanência dos visitantes nos destinos.
Rota do peixe também movimenta destinos na Semana Santa
Paralelamente às rotas do chocolate, destinos brasileiros também reforçam os chamados roteiros do peixe durante a Semana Santa, período em que o consumo de pescados tradicionalmente aumenta no país. Cidades litorâneas e regiões com forte produção aquícola organizam festivais gastronômicos, feiras de pescadores e circuitos culinários que valorizam pratos típicos e ingredientes locais. A iniciativa impulsiona restaurantes, mercados e comunidades pesqueiras, além de reforçar a identidade cultural de diferentes regiões brasileiras no calendário turístico da Páscoa.
Sobre a Drivin
A Drivin é uma scale-up que otimiza os processos logísticos de frotas líder no mercado. Considerado o melhor partner tecnológico, a plataforma está mudando a forma como a logística de despacho é planejada e executada em grandes empresas ao redor do mundo por meio do seu Sistema de Gestão de Transporte (TMS SaaS), desenvolvido com o intuito de atender às principais necessidades logísticas. Criada em 2014, a empresa possui portfólio com mais de 600 empresas, que operam em 25 países a partir de escritórios no Chile, Peru, México, Brasil, Colômbia, Espanha e Equador. A empresa otimiza e monitora mais de 50 mil veículos diários.
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