Professores de biologia explicam mitos, fatos científicos e o fascínio que essas criaturas despertam
|
São Paulo, outubro de 2026 – Poucos assuntos despertam tanto interesse na cultura popular quanto os dinossauros. Parte do fascínio reside no fato de que a maioria dos dinossauros não avianos desapareceu há cerca de 66 milhões de anos, deixando para trás fósseis e outros vestígios. Durante mais de 160 milhões de anos, esses animais ocuparam diferentes ambientes do planeta, desenvolveram uma enorme variedade de formas e tamanhos e evoluíram em diferentes linhagens; e uma linhagem de dinossauros terópodes deu origem às aves, que continuam vivas até hoje.
Os dinos estão nos filmes, nos desenhos, nos livros, nos museus e até nos brinquedos que acompanham gerações de crianças. Filmes como Jurassic Park ajudaram a popularizar espécies como o Tyrannosaurus rex e o Velociraptor, mas também criaram algumas ideias equivocadas sobre esses animais. O Velociraptor dos filmes, por exemplo, é muito maior que o animal real e foi representado com características baseadas em outro dinossauro, Deinonychus. Há ainda quem questione se eles realmente existiram. E sua história real é ainda mais surpreendente do que a ficção ou teorias da conspiração.
Para a ciência, entretanto, há muitas evidências: fósseis de ossos e dentes, pegadas, ovos e ninhos, além de registros mais raros, como impressões de pele e penas permitem reconstruir aspectos da anatomia e, em alguns casos, fazer inferências sobre o comportamento desses animais que viveram muito antes da existência humana.
Segundo professores de biologia, compreender o surgimento, diversificação e o desaparecimento dos dinos não voadores não é apenas uma viagem fascinante ao passado, mas um passo fundamental para entender a evolução da vida e os ecossistemas do presente.
Quando surgiram os primeiros dinossauros?
Segundo Cristiano Guastelli, professor de ciências da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo (SP), a história desses animais é dividida em três grandes períodos da Era Mesozoica: Triássico, Jurássico e Cretáceo.
As evidências indicam que os primeiros dinossauros conhecidos surgiram durante o período Triássico, há aproximadamente 230 milhões de anos, em um mundo muito diferente do atual, em regiões do planeta que hoje correspondem ao sul do Brasil (Rio Grande do Sul) e da Argentina. Naquele período, os continentes estavam reunidos em uma única grande massa de terra, a Pangeia, e o clima era, em muitas regiões, mais quente e seco. Os primeiros representantes do grupo eram relativamente pequenos e conviviam com diversos outros répteis e ancestrais dos mamíferos.
“Quando pensamos em dinossauros, é comum imaginarmos imediatamente animais gigantescos, mas os primeiros representantes eram muito diferentes dessa imagem”, diz Guastelli. O gigantismo, fenômeno evolutivo que permitiu que alguns animais atingissem tamanhos colossais, foi uma das muitas estratégias evolutivas que surgiram posteriormente. “Os primeiros dinossauros conhecidos eram, em geral, relativamente pequenos e foram se diversificando ao longo de milhões de anos”, explica o docente.
Os dinossauros fazem parte dos arcossauros, um grande grupo de répteis que também inclui crocodilos e aves. Uma das características que ajudam a diferenciá-los é a postura. Diferente dos lagartos e crocodilos, cujas patas se projetavam para os lados, os dinossauros apresentavam membros posicionados mais diretamente sob o corpo, o que representou um grande divisor de águas biológico. Essa anatomia estava associada a uma locomoção mais eficiente e contribuiu para uma ampla diversificação evolutiva ao longo de milhões de anos.
“As características anatômicas dos dinossauros contribuíram para diferentes formas de locomoção e permitiram que várias linhagens explorassem ambientes e modos de vida distintos", explica o professor da Aubrick.
No período Jurássico, entre aproximadamente 201 e 145 milhões de anos atrás, época em que a Pangeia continuava a se fragmentar, formando grandes blocos continentais como Laurásia e Gondwana, os dinossauros se diversificaram ainda mais.
Já no período Cretáceo, entre cerca de 145 e 66 milhões de anos atrás, os continentes começaram a adquirir contornos semelhantes aos atuais. Nessa época surgiram e se diversificaram as primeiras plantas com flores, e puderam prosperar muitos dos grupos de dinossauros mais conhecidos atualmente.
A evolução também produziu animais com características que durante muito tempo surpreenderam os próprios pesquisadores quando foram descobertos na história recente. Fósseis encontrados demonstraram que diversos dinossauros possuíam penas ou estruturas semelhantes a penas, o que levou os cientistas a consolidarem uma das conclusões mais importantes da paleontologia moderna: as aves são descendentes de uma linhagem de dinossauros terópodes.
“Hoje, quando observamos uma ave, estamos olhando para um dinossauro que sobreviveu. Essa é uma das ideias mais interessantes para aproximar o conhecimento científico do cotidiano: o desaparecimento dos dinossauros não foi absoluto”, acrescenta Guastelli.
Quais são os principais grupos de dinossauros?
O Megalosaurus foi o primeiro dinossauro a ser formalmente descrito pela ciência, em 1824, pelo naturalista britânico William Buckland. Quase duas décadas depois, em 1842, o anatomista Richard Owen criou o termo Dinosauria para reunir diferentes animais fósseis que apresentavam características em comum.
Desde então, o estudo dos dinossauros passou por grandes transformações. Se os primeiros pesquisadores dependiam principalmente da análise de ossos e dentes fossilizados, hoje os paleontólogos utilizam recursos como tomografia computadorizada, reconstruções tridimensionais, análise microscópica dos tecidos e estudos químicos. Essas técnicas permitem investigar não apenas a anatomia, mas também aspectos como crescimento, locomoção, alimentação e a presença de penas e outras estruturas.
Estima-se que mais de mil espécies de dinossauros não avianos já tenham sido formalmente descritas pela ciência, enquanto o número total de espécies que existiram provavelmente foi muito maior, já que a fossilização é um processo raro e depende de condições muito específicas. Até hoje, mais de mil espécies de dinossauros não avianos já foram formalmente descritas.
“Cada novo fóssil não serve apenas para acrescentar mais um nome à lista de dinossauros. Ele pode modificar o que sabemos sobre a evolução do grupo. É por isso que a paleontologia é uma ciência dinâmica: novas descobertas e novas tecnologias podem mudar interpretações feitas décadas atrás”, afirma Bianca Silles, professora de biologia da Escola Internacional de Alphaville - EIA, de Barueri (SP).
Embora todos sejam chamados genericamente de dinossauros, trata-se de um grupo extremamente diverso. Para organizar toda essa diversidade, os paleontólogos classificam os dinossauros de acordo com suas características e relações evolutivas.
Uma classificação tradicional divide os dinossauros em dois grandes grupos: Saurischia e Ornithischia. A distinção tradicional entre eles foi estabelecida principalmente com base na orientação de determinados ossos da bacia. Dentro desses dois grandes grupos estão diferentes conjuntos de dinossauros, que, por sua vez, podem ser divididos em grupos cada vez mais específicos.
Terópodes: grupo que reúne principalmente dinossauros bípedes, embora algumas linhagens tenham desenvolvido outras formas de locomoção. Muitos eram predadores, mas também existiram espécies onívoras e herbívoras. Entre os terópodes estão alguns dos dinossauros mais conhecidos, como Tyrannosaurus rex, Velociraptor e Allosaurus. As aves atuais também fazem parte desse grupo, pois descendem de pequenos terópodes que sobreviveram à grande extinção do final do Cretáceo.
Sauropodomorfos: grupo que inclui os famosos dinossauros de pescoço e cauda longos. Entre eles estavam formas primitivas, geralmente menores, e os saurópodes, grupo que inclui gigantes herbívoros como Diplodocus e Brachiosaurus. Alguns saurópodes estão entre os maiores animais terrestres que já existiram.
Ornitísquios: grande grupo que reúne diversas formas de dinossauros, principalmente herbívoros. Entre eles estão os ceratopsídeos, como o Triceratops, os anquilossauros, conhecidos pelas armaduras, os estegossauros, com suas placas dorsais, os ornitópodes, que incluem os chamados “dinossauros bico de pato”, e os paquicefalossauros, conhecidos pelos crânios espessos.
“Uma das coisas mais fascinantes nos dinossauros é justamente perceber que não estamos falando de um único tipo de animal. É um grupo evolutivamente muito diverso, e cada nova descoberta ajuda a preencher um pedaço dessa árvore”, explica Bianca.
Quais dinossauros viveram no Brasil?
O Brasil já teve diversas espécies de dinossauros formalmente descritas pela paleontologia, que viveram em diferentes regiões do atual território brasileiro. Os fósseis encontrados no país pertencem a diferentes tipos de animais, incluindo pequenos predadores, grandes herbívoros e espécies que estão entre os registros mais antigos conhecidos de dinossauros no mundo.
Entre as principais áreas de ocorrência estão as regiões do Sul e do Nordeste do país, além de importantes depósitos no Sudeste e no Centro-Oeste. O Rio Grande do Sul se destaca pelos fósseis do Triássico, com cerca de 230 milhões de anos, fundamentais para compreender os primeiros momentos da evolução dos dinossauros. Já a Bacia do Araripe, que se estende por áreas do Ceará, Pernambuco e Piauí, é uma das regiões paleontológicas mais importantes do Brasil, especialmente pela excepcional preservação de fósseis do Cretáceo. Também há registros importantes em estados como São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Maranhão e Paraíba.
Segundo Debora Soares, professora de biologia do Brazilian International School (BIS), de São Paulo (SP), os dinossauros brasileiros apresentavam características bastante variadas. Havia animais carnívoros e herbívoros, bípedes e quadrúpedes, pequenos e gigantescos. “Além dos esqueletos e dentes, o país também possui registros de pegadas fossilizadas, que ajudam os pesquisadores a reconstruir padrões de locomoção e, em alguns casos, estimar aspectos como tamanho e velocidade”, explica.
Entre as espécies brasileiras mais conhecidas estão:
Austroposeidon magnificus: encontrado na região de Presidente Prudente, no interior de São Paulo, está entre os maiores dinossauros já descobertos no Brasil, com estimativas de 25 metros de comprimento. Era um titanossauro herbívoro, de quatro patas, com pescoço e cauda muito longos. Para imaginar seu tamanho, seu comprimento equivaleria aproximadamente ao de dois ônibus urbanos enfileirados.
Buriolestes schultzi: viveu há cerca de 230 milhões de anos, no atual Rio Grande do Sul, e era um pequeno dinossauro bípede, com pouco mais de 1,5 metro de comprimento. Apesar de pertencer à linhagem dos sauropodomorfos — grupo que mais tarde incluiria enormes herbívoros —, Buriolestes ainda tinha dentes curvos e serrilhados, características que sugerem uma dieta que incluía alimentos de origem animal.
Irritator challengeri: viveu há cerca de 110 milhões de anos na região que hoje corresponde à Bacia do Araripe, no Nordeste. Era um predador de porte médio, com focinho comprido e estreito, característica dos espinossaurídeos. Esse formato de crânio está associado a adaptações para capturar diferentes tipos de presas, e há evidências de que os espinossaurídeos também se alimentavam de peixes.
Maxakalisaurus topai: viveu há cerca de 80 milhões de anos, no atual estado de Minas Gerais. Era um grande herbívoro de quatro patas, com pescoço e cauda longos, que podia chegar a aproximadamente 13 metros de comprimento. Como outros saurópodes, provavelmente se alimentava de vegetação e usava seu longo pescoço para alcançar diferentes partes das plantas.
Pycnonemosaurus nevesi: encontrado em Mato Grosso, era um grande predador bípede, pertencente ao grupo dos abelissaurídeos. Estimativas indicam que podia chegar a quase 9 metros de comprimento. Como outros grandes terópodes, tinha dentes e mandíbulas adaptados para capturar e consumir outros animais.
Santanaraptor placidus: viveu há aproximadamente 110 milhões de anos na região da Bacia do Araripe. O fóssil conhecido corresponde a um indivíduo juvenil de pequeno porte, com cerca de 1,5 metro de comprimento, muito menor que os grandes predadores popularizados pelo cinema. Seu fóssil se destaca pela preservação excepcional de estruturas interpretadas como tecidos moles, incluindo fibras musculares e estruturas interpretadas como possíveis vasos sanguíneos.
Saturnalia tupiniquim: também viveu no Rio Grande do Sul, há cerca de 233 milhões de anos. Tinha aproximadamente 1,5 metro de comprimento e era um animal pequeno e ágil. Embora faça parte da linhagem que posteriormente daria origem aos grandes dinossauros herbívoros de pescoço longo, características de sua anatomia sugerem que podia ter uma dieta variada, possivelmente incluindo alimentos de origem animal e vegetal.
Staurikosaurus pricei: viveu há cerca de 230 milhões de anos, no atual Rio Grande do Sul, e está entre os dinossauros mais antigos conhecidos. Tinha cerca de 2 metros de comprimento e era um pequeno dinossauro bípede, provavelmente carnívoro.
Uberabatitan ribeiroi: viveu no final do Cretáceo, no atual Triângulo Mineiro. Era um titanossauro herbívoro de grande porte, quadrúpede, com pescoço e cauda longos. É conhecido por um conjunto relativamente amplo de fósseis, incluindo vértebras, ossos dos membros e outros elementos do esqueleto, encontrados na região de Uberaba. A quantidade de material recuperado ajuda os pesquisadores a reconstruir melhor a anatomia e o modo de vida desses grandes herbívoros brasileiros.
A professora do BIS acrescenta que esse conjunto de descobertas mostra que o Brasil não foi apenas cenário para a passagem de dinossauros, mas um território importante para compreender diferentes momentos da evolução desses animais, desde alguns dos mais antigos dinossauros conhecidos, no Triássico, até grandes herbívoros e predadores que viveram na América do Sul durante o Cretáceo.
O que causou a extinção dos dinossauros?
A principal explicação científica para a extinção dos dinossauros é a queda de um grande asteroide entre 10 e 15 quilômetros de diâmetro na região de Chicxulub, na atual Península de Yucatán, no México, há aproximadamente 66 milhões de anos, durante o final do período Cretáceo. O evento está associado à extinção de cerca de 75% das espécies que viviam no planeta à época, uma das maiores extinções da história da Terra.
A hipótese ganhou força quando pesquisadores encontraram uma camada geológica mundialmente distribuída, correspondente ao limite entre o Cretáceo e o Paleógeno, enriquecida em irídio, um elemento relativamente raro na crosta terrestre, mas abundante em materiais extraterrestres, como certos meteoritos. Posteriormente, a identificação da cratera de Chicxulub, que tem cerca de 180 quilômetros de diâmetro, reforçou a ligação entre o impacto e a extinção, tornando-se uma das evidências centrais para a reconstrução do evento.
O impacto teria provocado uma sequência de efeitos em escala planetária: lançamento de poeira e partículas na atmosfera, redução da quantidade de luz solar que chegava à superfície, alterações bruscas de temperatura, incêndios, tsunamis e colapso de cadeias alimentares. Erupções vulcânicas e mudanças ambientais que já ocorriam naquele período também podem ter contribuído para o estresse dos ecossistemas, mas o impacto do asteroide é considerado o principal fator responsável pela extinção.
“O impacto não foi uma simples uma pedra caindo sobre a Terra e matando os animais próximos ao local. O evento desencadeou uma série de mudanças ambientais que afetaram a produtividade dos ecossistemas em escala global. Os organismos que dependiam dessas cadeias alimentares foram progressivamente atingidos”, explica Jodir Pereira, professor de biologia do colégio Progresso Bilíngue de Campinas (SP).
Por outro lado, dentre as alterações ambientais devidas ao impacto de um meteoro de grandes proporções com a Terra, considera-se a possibilidade da ocorrência de alterações térmicas extremas em duas fases: na primeira, um calor abrasador instantâneo gerado pelo impacto e pela radiação térmica de detritos reentrando na atmosfera, seguido por uma segunda, com inverno de impacto prolongado devido ao bloqueio da luz solar pela poeira em suspensão. Tais alterações térmicas podem ter tido grande influência no desaparecimento dos dinossauros.
Até hoje muitos répteis apresentam a determinação do sexo relacionada à temperatura predominante sobre os ninhos de ovos. E, na ocorrência de alterações térmicas significativas, a proporção sexual seria desbalanceada, comprometendo a continuidade de gerações futuras.
Ou ainda, no caso de os dinossauros apresentarem mesotermia, gerando calor interno e combinando seu metabolismo ativo com o tamanho do corpo e com fatores do ambiente, como matéria orgânica em fermentação, por exemplo, os ovos necessitariam da manutenção da temperatura durante o desenvolvimento de seus embriões. Assim, grandes distúrbios na temperatura podem ter comprometido o desenvolvimento e eclosão dos ovos dos dinossauros na época.
Entretanto, o docente explica que a extinção dos dinossauros não significou o desaparecimento de toda essa linhagem. Uma linhagem de pequenos dinossauros terópodes sobreviveu ao evento de extinção e deu origem às aves modernas. Por isso, do ponto de vista evolutivo, as aves são consideradas dinossauros avianos.
Outros grupos também conseguiram atravessar a extinção, entre eles crocodilos e jacarés, tartarugas, lagartos, serpentes, anfíbios e diferentes linhagens de mamíferos de pequeno porte. Com o desaparecimento dos grandes dinossauros, a redução da competição com os grandes dinossauros e outros grupos extintos abriu oportunidades ecológicas que favoreceram a diversificação de diferentes linhagens ao longo de milhões de anos.
E as baratas? Segundo Jodir, elas realmente já existiam quando os dinossauros habitavam a Terra, e baratas já existiam antes do evento de extinção e algumas linhagens sobreviveram a ele. “Isso, porém, não significa que esses insetos sejam indestrutíveis, como sugere o senso comum. A resistência das baratas é real em alguns aspectos, mas a ideia de que elas seriam capazes de sobreviver a qualquer catástrofe é um mito popular”, finaliza o docente do Progresso.
Os especialistas
Bianca Silles é bióloga formada pela Universidade de São Paulo (USP) e possui mestrado em Ensino de Ciências e Matemática pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Há 14 anos se dedica à educação, tendo trabalhado em escolas de destaque nacional e atualmente é professora de Ciências e Biologia na Escola Internacional de Alphaville, em Barueri-SP.
Cristiano Guastelli é biólogo, com especialização em gestão ambiental na USP, mestre em história da ciência na PUC e que atualmente está finalizando mais uma pós graduação no instituto Vera Crus, em relações interpessoais na escola, voltada à formação socioemocional dos alunos. Sou educador há mais de 20 anos. Na Aubrick leciono ciências da natureza para os sextos e sétimos anos, assim como sou professor de Dialogues (orientação educacional) para o ensino fundamental anos finais. Tenho também boa experiência na formação de professores, construção de currículos e na produção de materiais didáticos.
Debora Soares Marini é uma educadora com mais de 20 anos de experiência no ensino de Ciências e Biologia, atuando do ensino básico ao superior. Mestre pela UNIFESP e especialista em didática e metodologias de ensino, ela combina rigor científico e inovação pedagógica para traduzir conceitos biológicos complexos em aprendizagens acessíveis e dinâmicas.
Jodir Pereira da Silva é educador com mais de 30 anos de experiência no ensino básico ao superior (graduação e pós-graduação). Atua há mais de 20 anos no Colégio Progresso Bilíngue, sendo docente das unidades Cambuí e Taquaral. Tornou-se Mestre e Doutor em Ciências pela USP, e é pesquisador atualmente vinculado à UNICAMP, especialista em reprodução animal, com pesquisas voltadas à ecologia e ao meio ambiente.


0 Comentários