Fonte: NTC&Logística – (06/07/2026)
ENCONTRO NACIONAL DE SEGURANÇA

Evento promovido pela NTC&Logística aprofundará o debate sobre segurança pública, inteligência e ações integradas para o enfrentamento aos crimes contra o Transporte Rodoviário de Cargas
A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) realizará, no dia 6 de agosto de 2026, em sua subsede, em São Paulo (SP), o 3º Encontro Nacional de Segurança no Transporte Rodoviário de Cargas (TRC). Consolidado no calendário institucional da entidade, o Encontro tem como objetivo ampliar o debate sobre os crimes que impactam a cadeia logística nacional, reunindo empresários, executivos, representantes de entidades do setor, autoridades públicas, forças de segurança e especialistas de diversas regiões do Brasil.
O evento contará com painéis temáticos, debates técnicos, apresentação de soluções tecnológicas e espaços de integração entre os setores público e privado, com foco na prevenção e no combate ao roubo, furto e receptação de cargas. A programação também abordará a atuação das organizações criminosas, os desafios enfrentados pelas empresas transportadoras e a construção de propostas voltadas ao fortalecimento da segurança no transporte rodoviário de cargas.
De acordo com o Diagnóstico Nacional do Roubo de Cargas, desenvolvido pela Assessoria de Segurança da NTC&Logística, foram registradas 8.570 ocorrências de roubo de cargas em 2025, uma redução de 16,7% em comparação com 2024. Apesar da queda dos registros, o impacto econômico permanece elevado. O prejuízo direto estimado é de aproximadamente R$ 900 milhões, podendo ultrapassar R$ 1 bilhão quando considerados os efeitos indiretos, como o aumento dos custos operacionais, dos seguros e o reflexo no preço final dos produtos.
Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, os números demonstram que o trabalho conjunto entre o setor privado e o poder público vem produzindo resultados, mas também evidenciam que o enfrentamento ao crime precisa ser permanente. “A redução dos índices é um sinal importante, mas está longe de representar que o problema foi solucionado. O Transporte Rodoviário de Cargas continua sendo alvo da atuação de organizações criminosas altamente estruturadas, e o combate à receptação permanece como um dos principais desafios. Este Encontro Nacional reafirma o compromisso da NTC&Logística de reunir autoridades, especialistas e lideranças do setor para discutir soluções, compartilhar experiências e fortalecer uma agenda nacional de segurança para o transporte de cargas.”
O vice-presidente extraordinário de Segurança da NTC&Logística, Roberto Mira, destaca que a terceira edição amplia o papel do Encontro como espaço permanente de diálogo e cooperação. “Chegamos à terceira edição convictos de que a integração entre transportadores, órgãos de segurança, poder público e iniciativa privada é o caminho mais eficiente para enfrentar a criminalidade. O evento permitirá avaliar a evolução dos indicadores, conhecer novas tecnologias, discutir estratégias regionais e fortalecer a inteligência aplicada à proteção das operações logísticas. Segurança no transporte é um compromisso permanente e exige atuação coordenada de todos os envolvidos.”
Desde 1998, a NTC&Logística desenvolve, por meio de sua Assessoria de Segurança, ações permanentes voltadas ao enfrentamento dos crimes praticados contra o transporte rodoviário de cargas. Ao longo dessa trajetória, a entidade tem atuado na elaboração de estudos técnicos, propostas legislativas, diagnósticos nacionais, articulações institucionais e iniciativas que contribuem para o fortalecimento da segurança pública, da atividade transportadora e da cadeia logística brasileira.
As informações sobre a programação e as inscrições para o 3º Encontro Nacional de Segurança no Transporte Rodoviário de Cargas estão disponíveis no Portal NTC&Logística, clicando aqui.
Associados da NTC&Logística têm inscrição gratuita. Para não associados, o valor da inscrição é de R$ 300,00.
Programação Preliminar
8h
Credenciamento
8h30 às 9h
Abertura
9h às 9h20
Segurança Logística, Crime Organizado e Mercados Ilícitos: Contextualização e Desafios para o Brasil
Expositor:
Dr. Waldomiro Milanesi
Delegado de Polícia e Especialista em Segurança
9h20 às 10h10
Impactos da Criminalidade sobre a Produção, a Circulação e o Desenvolvimento Econômico
Expositor convidado:
Cassio Augusto Muniz Borges
Assessor Especial da Presidência da CNI – Confederação Nacional da Indústria
10h10 às 11h
Segurança Pública, Crime Organizado e os Desafios Contemporâneos do Estado Brasileiro
Expositor convidado:
Dr. Lincoln Gakiya
Promotor de Justiça
GAECO – Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado -Ministério Público do Estado de São Paulo
11h às 11h50
Diagnósticos e Tendências da Criminalidade no Brasil: Impactos sobre a Segurança Pública, a Economia e o Desenvolvimento Nacional
Expositor convidado:
Renato Sérgio de Lima
Presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública – FBSP
11h50 às 12h40
Políticas Públicas de Segurança e Integração Institucional
Expositor convidado:
Francisco Lucas Costa Veloso
Secretário Nacional de Segurança Pública – SENASP / MJSP
12h40 às 13h – Encerramento
•Síntese dos trabalhos desenvolvidos
•Considerações sobre a continuidade das ações da Aliança Nacional pela Segurança Logística
•Encerramento oficial do 3º Encontro Nacional de Segurança no Transporte Rodoviário de Cargas
Realização:
- Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística – NTC&Logística
Apoio Institucional
- Sistema Transporte (CNT / SEST SENAT / ITL)
- Fundação Memória do Transporte – FuMTran
https://frotacia.com.br/
Emplacamentos de implementos têm melhor mês em junho e sobem 4,3%
Fonte: Frota&Cia – (06/07/2026)
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Foto: Divulgação
Junho tem melhor mês (12.318 unidades, +4,3%), mas semestre cai 7,5%; carrocerias recuam 5,69%; reboques, 9,42%, e exportações sobem 20,93%
A indústria de implementos rodoviários encerrou o primeiro semestre de 2026 com um desempenho que, embora ainda aquém do registrado no mesmo período do ano anterior, revelou um movimento de recuperação gradual ao longo do segundo trimestre. O mês de junho consolidou-se como o melhor do semestre para o setor, com 12.318 unidades emplacadas, segundo dados divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (ANFIR).
O volume representa um crescimento de 4,3% sobre maio, quando foram comercializadas 11.810 unidades, e supera também os 11.767 emplacamentos de abril. Diante da alta sequencial, o resultado de junho fica ligeiramente acima das 12.211 unidades registradas em março, evidenciando uma trajetória de estabilização após um início de ano bastante aquém do desejado pelo setor.
O acumulado do primeiro semestre, contudo, ainda reflete a retração enfrentada pelo setor. De janeiro a junho de 2026, foram emplacados 66.736 implementos rodoviários, volume 7,54% inferior às 72.179 unidades comercializadas no mesmo intervalo de 2025. A análise mensal revela a dimensão do desafio, já que janeiro registrou apenas 8.760 emplacamentos, seguido por fevereiro com 9.870 unidades, patamares que indicam um início de ano particularmente frágil para a cadeia.
Foi a partir de março, com 12.211 unidades, que o mercado começou a esboçar reação, mantendo-se em patamares superiores a 11,7 mil unidades nos meses seguintes. No acumulado dos últimos 12 meses, o recuo é igualmente expressivo: entre julho de 2025 e junho de 2026, foram emplacados 143.759 implementos, contra 156.037 unidades no período de julho de 2024 a junho de 2025, o que representa uma queda de 7,9%.
Reboques e Semirreboques
O segmento de Reboques e Semirreboques, que responde por parcela significativa do mercado, totalizou 32.452 emplacamentos no primeiro semestre de 2026, um recuo de 9,42% em relação às 35.827 unidades comercializadas em igual período de 2025.
Entre as famílias de produtos, os destaques negativos ficaram por conta do segmento de Tanque Carbono, que despencou 44,12% (de 2.985 para 1.668 unidades), e do Baú Lonado, com retração de 40,80% (de 3.544 para 2.098 unidades). Por outro lado, o Baú Carga Geral apresentou crescimento de 6,35% (de 5.447 para 5.793 unidades), enquanto o Tanque Inox registrou alta de 24,88% (de 217 para 271 unidades).
Carrocerias sobre Chassis
O mercado de Carrocerias sobre Chassis apresentou retração menos intensa, com 34.284 produtos vendidos de janeiro a junho, queda de 5,69% frente às 36.352 unidades do primeiro semestre de 2025.
A família Graneleiro/Carga Seca foi a que mais sofreu, com queda de 14,88% (de 8.314 para 7.077 unidades), enquanto o Baú Lonado cresceu 11,94% (de 201 para 225 unidades) e o Basculante avançou 2,20% (de 3.996 para 4.084 unidades).
Contexto
O desempenho do setor ocorre em um contexto de expectativas em torno do programa Move Brasil, que passou a contemplar os implementos rodoviários em sua segunda fase. Lançado no início de 2026 com R$ 10 bilhões inicialmente voltados apenas para caminhões, recursos que foram totalmente consumidos em apenas dois meses, o programa foi ampliado para R$ 21,2 bilhões, incluindo agora reboques, carrocerias e implementos rodoviários em geral. As linhas de financiamento oferecem juros de 11,3% ao ano, com prazos de até 60 meses para empresas e de até 120 meses para motoristas autônomos. Contudo, a velocidade de absorção dos recursos tem sido desigual, pois enquanto cerca de 75% dos R$ 17 bilhões destinados a pessoas jurídicas já foram contratados poucos dias após a abertura da linha pelo BNDES, os R$ 2 bilhões reservados para caminhoneiros autônomos registraram adesão muito menor, com apenas R$ 300 milhões utilizados até o final de junho.
O presidente da ANFIR, José Carlos Spricigo, destacou a importância do programa como alavanca de negócios, mas continua insatisfeito e deseja medidas estruturais mais amplas. “O programa é importante como alavanca de negócios, mas ainda precisamos que sejam tomadas outras medidas que forneçam uma base sólida de crescimento na economia como um todo”, afirmou Spricigo. “É fundamental que os empresários tenham uma visão de futuro de curto e médio prazo onde haja certeza de estabilidade para que as decisões de negócios sejam tomadas com segurança”. O executivo também ressaltou que o segmento leve continua sustentando o desempenho do setor, com operações logísticas urbanas aquecidas e demandando novos equipamentos. A entidade projeta que os resultados da segunda fase do Move Brasil ainda estão em fase de realização e deverão refletir nos próximos meses.
Exportações
No front externo, as exportações de implementos rodoviários apresentaram desempenho positivo no acumulado até abril de 2026, com 1.537 unidades embarcadas, um crescimento de 20,93% em relação às 1.271 unidades exportadas no mesmo período de 2025. O dado sinaliza que, embora o mercado interno enfrente desafios, a competitividade da indústria brasileira no exterior se mantém, ainda que em patamares modestos se comparados ao volume do mercado doméstico.
https://transportemoderno.com.
TRC paulista tem menor confiança desde 2023
Fonte: Agência Transporte Moderno – (03/07/2026)
ASSOCIADA DA NTC&LOGÍSTICA

Foto: Divulgação
Juros elevados, custos operacionais e insegurança regulatória pressionam o setor e desestimulam investimentos
A confiança dos empresários do Transporte Rodoviário de Cargas em São Paulo caiu ao menor nível desde o início da série do Índice de Confiança do Transportador (ICT), em 2023. O indicador geral recuou para 41,2% no primeiro semestre de 2026, abaixo da linha de neutralidade de 50%, segundo levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com a Fetcesp.
O resultado representa queda de 4,7% em relação ao segundo semestre de 2025 e reforça o ambiente de cautela entre as transportadoras paulistas, pressionadas por juros elevados, aumento dos custos operacionais, insegurança regulatória e desaceleração da atividade econômica.
Cenário preocupa
O componente que mede as condições atuais do setor ficou em 28,9%, com recuo de 5,4 % frente ao segundo semestre de 2025 e de 8,3% na comparação com o primeiro semestre do ano passado. Já o índice de expectativas alcançou 47,4%, ainda abaixo da neutralidade, mas indicando percepção menos negativa para os próximos seis meses.
Para Carlos Panzan, presidente da Fetcesp, o resultado traduz a pressão enfrentada pelas empresas do setor, responsável por parcela majoritária da movimentação de cargas no país. “É preciso criar condições mais adequadas para quem gera emprego, movimenta a economia e garante o abastecimento do país. Se não houver mudanças na condução da política fiscal, no ambiente regulatório e na redução dos custos operacionais, essa tendência de baixa confiança tende a se agravar”, afirma.
Investimento: compasso de espera
Na avaliação da entidade, o cenário de baixa confiança pode afetar decisões de investimento, especialmente em renovação de frota, contratação de motoristas e adaptação a novas exigências regulatórias. O setor também acompanha com preocupação os impactos da reforma tributária e as discussões sobre mudanças na jornada de trabalho, temas que podem alterar a estrutura de custos das transportadoras.
Apesar do quadro adverso, a Fetcesp avalia que o índice de expectativas próximo da neutralidade mostra que ainda há espaço para recuperação, desde que o ambiente econômico ofereça mais previsibilidade.
A pesquisa foi realizada entre 28 de maio e 21 de junho de 2026 e avaliou a percepção dos empresários sobre as condições atuais do Transporte Rodoviário de Cargas e as perspectivas para os próximos seis meses.
Cidade do Paraná consolida papel de potência logística no Estado
Fonte: Bem Paraná – (06/07/2026)
ASSOCIADO DA NTC&LOGÍSTICA

Foto: Divulgação
Londrina, no Norte do Paraná, consolida-se como potência logística. O avanço da industrialização, o fortalecimento do agronegócio e a descentralização de investimentos vêm ampliando a participação do Norte do Paraná na economia estadual.
O crescimento de cadeias produtivas ligadas à alimentação, ao varejo, à indústria e à distribuição aumenta a circulação de mercadorias e impulsiona a procura por transporte rodoviário de cargas, armazenagem e operações logísticas mais eficientes.
Nesse cenário, Londrina ganha relevância como ponto de recebimento de insumos, escoamento da produção e distribuição de mercadorias para diferentes regiões do país. A localização estratégica, próxima a importantes corredores rodoviários e com acesso aos mercados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Sul e Sudeste, favorece a consolidação da cidade como um dos principais polos logísticos do interior paranaense.
Para a unidade de Londrina do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Estado do Paraná (SETCEPAR), a expansão econômica regional reforça o papel da logística como base para a competitividade.
“O transporte acompanha diretamente a dinâmica econômica. Quando uma região produz mais, industrializa mais e amplia suas conexões comerciais, a logística se torna um fator estratégico para garantir competitividade, reduzir custos e manter a fluidez das operações”, afirma Márcio Luis Pozzer, diretor regional do sindicato.
Além da posição geográfica, a diversidade econômica e a presença de transportadoras, operadores logísticos e centros de distribuição fortalecem a capacidade regional de consolidação e redistribuição de cargas. Muitas operações já utilizam Londrina como ponto de conexão entre produtores, indústrias, fornecedores e mercados consumidores, ampliando a demanda por serviços mais ágeis, integrados e especializados.
Investimentos constantes
Pozzer destaca que o ambiente mais dinâmico também exige uma evolução constante das empresas de transporte, com investimentos em rastreamento, integração de sistemas, planejamento de rotas, gestão de indicadores e capacitação das equipes.
“A logística atual é muito mais estratégica do que apenas transportar cargas. Ela envolve inteligência operacional, gestão de dados e capacidade de adaptação a um mercado cada vez mais dinâmico”, explica o dirigente.
Ao mesmo tempo, o avanço econômico amplia a pressão sobre rodovias, acessos urbanos, áreas de apoio ao transporte e estruturas de movimentação de cargas. Em algumas regiões, a velocidade de crescimento das atividades produtivas já supera o ritmo dos investimentos em infraestrutura, o que pode comprometer a fluidez das operações, elevar custos e reduzir a competitividade das empresas.
Embora o Norte do Paraná ainda apresente vantagens em relação aos grandes centros, como maior disponibilidade de áreas para expansão e melhores condições de mobilidade, o planejamento precisa ocorrer de forma antecipada.
“A experiência de outros grandes polos demonstra que investir preventivamente em logística é muito mais eficiente e menos oneroso do que tentar corrigir gargalos depois que eles já estão consolidados”, conclui Pozzer.
https://estradas.com.br/
Trechos da Castello Branco e Raposo Tavares recebem manutenção no pavimento
Fonte: Estradas.com.br – (04/07/2026)
INFRAESTRUTURA

Foto: Divulgação
Serviços serão realizados ao longo da próxima semana, com interdição de faixas; usuários devem redobrar a atenção
A partir desta segunda-feira (6) até domingo (12), os usuários do Sistema Castello-Raposo devem redobrar a atenção em seus deslocamentos, por conta dos serviços de conservação e manutenção que serão realizados ao longo do trecho sob concessão.
De acordo com a concessionária responsável, a programação inclui recuperação do pavimento, implantação de sinalização horizontal e levantamentos técnicos.
Na Raposo Tavares (SP-270), entre o Km 11 e o Km 34, nas duas pistas, haverá serviços de sinalização horizontal, reparos no pavimento, manutenção de defensas metálicas, limpeza da faixa de domínio, além de sondagens, fresagem e coleta de amostras do pavimento para avaliação das condições estruturais da rodovia.
Na Castello Branco (SP-280), entre o Km 13 e o Km 54, nos dois sentidos, a programação contempla a implantação de sinalização horizontal, com instalação de balizadores e delineadores, reparos nas juntas de dilatação de obras de arte especiais, como pontes, viadutos e passarelas, manutenção de defensas metálicas, serviços de recuperação do pavimento e poda da vegetação.
Além disso, também serão executados levantamentos topográficos para o mapeamento e a medição detalhada do terreno, além de investigações geotécnicas e análises técnicas que subsidiarão o planejamento de futuras intervenções nas rodovias.
Já na SP-029, entre o Km 32 e o Km 43, nos dois sentidos, haverá serviços de implantação de sinalização horizontal. As atividades exigem interdição alternada de faixas e/ou acostamentos, e serão feitas das 20h às 5 horas, sempre com sinalização adequada, com foco na segurança das equipes em campo e dos usuários.
O cronograma de obras pode sofrer alterações e, em caso de condições climáticas adversas, os serviços poderão ser remarcados.
Feriado da Revolução Constitucionalista
Entre quinta-feira (9) e domingo (12), as obras com interdições de faixas estão suspensas devido ao feriado da Revolução Constitucionalista, em 9 de julho.
Os usuários devem redobrar a atenção em suas viagens, bem como manter o respeito à sinalização e aos limites de velocidade nos trechos em manutenção. Sempre que possível, programe a viagem a fim de evitar surpresas.
Em reunião na Fazenda sobre reforma tributária, CNI pede previsibilidade para investimentos
Fonte: Agência de Notícias da Indústria – (06/07/2026)
INDÚSTRIA

Foto: Gabriel Pinheiro / CNI
Presidente Ricardo Alban e ministro Dario Durigan se reuniram para tratar sobre o imposto seletivo; indústria quer agilidade e segurança para as empresas
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, se reuniu nesta segunda-feira (6) com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, para discutir aspectos da regulamentação da reforma tributária. Em audiência no Ministério, Alban e representantes de setores que serão afetados pelo imposto seletivo (bebidas e tabaco) reforçaram a preocupação para que a regulamentação seja feita com agilidade e afiance previsibilidade para as empresas se adaptarem às novas alíquotas e garantirem o planejamento dos investimentos em 2027.
“Nós queremos ter certeza de que as conquistas obtidas até agora pela reforma tributária continuem. E, como ainda existem algumas variáveis, entre elas a parte do imposto seletivo, nós precisamos tranquilizar e dar previsibilidade para as indústrias que serão atingidas possam fazer o planejamento de 2027”, explicou Alban.
O presidente da CNI disse que o processo de definição sobre a regulamentação do imposto seletivo está em curso, e que o ministro garantiu manutenção do diálogo com todos os setores envolvidos para que não represente aumento de carga sobre esses produtos. “Saímos com a certeza de que vamos ter essa previsibilidade o quanto antes, e com a certeza de que não vamos ter aumento de carga tributária sobre esses produtos”, completou o dirigente.
Alban afirmou ainda que o setor espera que a reforma tributária, como um todo, contribua para dar mais competitividade à indústria.


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