• Distrito Federal — Felipe Andrade:
O artesão define a si mesmo como “um artista que nasceu na pandemia”. Foi durante o período de isolamento que encontrou nas dobraduras de arame uma alternativa de sustento e expressão artística. Hoje, suas luminárias e esculturas reproduzem árvores do Cerrado, especialmente os ipês em diferentes cores.
• Goiás — Sabrina Bonfim:
A artesã apresenta suas chamadas “joias botânicas”, peças produzidas com flores, folhas e elementos naturais do Cerrado eternizados em resina. Seu trabalho combina design contemporâneo, memória afetiva e preservação simbólica da flora brasileira.
• Alagoas — Mestre Jasson Artesão
Do sertão de Belo Monte, ele transforma galhos e pedaços de árvores da caatinga em obras carregadas de força, cor e imaginação. Entre carrancas, pássaros e cadeiras ornamentadas, suas criações parecem narrar histórias da terra que as inspira — revelando a memória, a resistência e a poesia do sertão alagoano. Suas obras são vendidas no mundo inteiro.
• Santa Catarina — Schaiana Silveira
Terceira geração de rendeiras, a artesã preserva uma tradição familiar ligada à renda de bilro. Ao mesmo tempo em que mantém viva a técnica tradicional, amplia os usos da renda ao incorporá-la em camafeus, almofadas, vestidos de noiva e chemises.
0 Comentários