Theatro Municipal apresenta Quadros Sinfônicos, sob regência da taiwanesa-americana Mei-Ann Chen e participação de Guido Sant’Anna'


As apresentações, que contam com patrocínio Mobilize, acontecem na sexta-feira, 27, às 20h, e sábado, 28, às 17h, na Sala de Espetáculos.

Maestra Mei-Ann Chen. Foto: Divulgação.


Nos dias 27, sexta-feira, às 20h, 28, sábado, às 17h, a Orquestra Sinfônica Municipal apresenta Quadros Sinfônicos, na Sala de Espetáculos, com regência especial de Mei-Ann Chen e participação do violinista Guido Sant’Anna. O programa reúne obras de An-Lun Huang, Sergei Prokofiev, Kaija Saariaho e Igor Stravinsky, incluindo o Concerto para Violino nº 1, de Prokofiev, e a Suíte O Pássaro de Fogo (1919), de Stravinsky. Os ingressos custam de R$13 a R$100, a classificação é livre e a duração é de aproximadamente 90 minutos, com intervalo. As apresentações contam com patrocínio Mobilize.

O concerto fica sob a batuta da maestra taiwanesa radicada nos Estados Unidos, Mei-Ann Chen, que é diretora musical da Sinfonietta de Chicago e regente laureada da Orquestra Sinfônica de Memphis. Com um programa desafiador que começa com a Dança de Saibei, do compositor chinês An-Lun Huang. Saibei é uma região do norte da China, incluindo parte da Mongólia, e a dança integra a Saibei Suíte nº 2, obra que reflete a música tradicional da região.

Guido Sant’Anna, violinista. Foto: Cauê Diniz.


Dois russos que estão entre os nomes mais importantes da composição no século XX também integram o programa. Obra-prima de um jovem compositor, o Concerto para Violino nº 1 de Prokofiev foi escrito poucos anos após a conclusão de seus estudos no Conservatório de São Petersburgo, mas sua estreia só aconteceria em 1923 em Paris, num concerto que marcaria a estreia de seu compatriota Stravinsky como regente. Desse último, o programa traz a suíte do balé O Pássaro de Fogo, obra que tornaria Stravinsky célebre quase que do dia para noite na Paris de 1910.


Entre os dois autores, a música refinada da finlandesa Kaija Saariaho, falecida em 2023, marca presença. Nymphéa Reflection surgiu a partir da ideia de arranjar um quarteto de cordas para orquestra. No entanto, a obra tomou um caminho próprio. Dividida em seis seções, ela simula parte do processamento eletrônico por meio de orquestração, e inclui, na última parte, um poema de Arseny Tarkovsky sussurrado pelos músicos.


Serviço
Quadros Sinfônicos

27 de março, sexta-feira, 20h
28 de março, sábado, 17h


Sala de Espetáculos, Theatro Municipal


ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL

Mei-Ann Chen, regência
Guido Sant'Anna, violino


Ingressos R$13,00 a R$100,00 (inteira)
Classificação: livre
Duração 90 minutos (com intervalo)

SOBRE O COMPLEXO THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO
O Theatro Municipal de São Paulo é um equipamento da Prefeitura da Cidade de São Paulo ligado à Secretaria Municipal de Cultura e à Fundação Theatro Municipal de São Paulo.


O edifício do Theatro Municipal de São Paulo, assinado pelo escritório Ramos de Azevedo em colaboração com os italianos Claudio Rossi e Domiziano Rossi, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Trata-se de um edifício histórico, patrimônio tombado, intrinsecamente ligado ao aperfeiçoamento da música, da dança e da ópera no Brasil. O Theatro Municipal de São Paulo abrange um importante patrimônio arquitetônico, corpos artísticos permanentes e é vocacionado à ópera, à música sinfônica orquestral e coral, à dança contemporânea e aberto a múltiplas linguagens conectadas com o mundo atual (teatro, cinema, literatura, música contemporânea, moda, música popular, outras linguagens do corpo, dentre outras).


Oferece diversidade de programação e busca atrair um público variado. Além do edifício do Theatro, o Complexo Theatro Municipal também conta com o edifício da Praça das Artes, concebido para ser sede dos Corpos Artísticos e da Escola de Dança e da Escola Municipal de Música de São Paulo.

Sua concepção teve como premissa desenhar uma área que abraçasse o antigo prédio tombado do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e que constituísse um edifício moderno e uma praça aberta ao público que circula na área.


Inaugurado em dezembro de 2012 em uma área de 29 mil m², o projeto vencedor dos prêmios APCA e ICON AWARDS é resultado da parceria do arquiteto Marcos Cartum (Núcleo de Projetos de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura) com o escritório paulistano Brasil Arquitetura, de Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz.

Quem apoia institucionalmente nossos projetos, via Lei de Incentivo à Cultura: Bradesco, CAIXA Vida e Previdência, Elevadores Atlas Schindler, Mobilize, igc Partners, Scotiabank, CAIXA Seguridade. Pessoas físicas também fortalecem nossas atividades através de doações incentivadas.


SOBRE A SUSTENIDOS
A Sustenidos é uma organização referência na concepção, implantação e gestão de políticas públicas na área cultural que já impactou a vida de mais de 2 milhões de pessoas em 25 anos de atuação. Atualmente, é gestora do Complexo Theatro Municipal de São Paulo, do Conservatório de Tatuí e do Musicou, além do projeto especial MOVE e o festival Big Bang. De 2004 a 2021, também foi gestora do Projeto Guri, maior programa sociocultural brasileiro. Eleita pelo prêmio Melhores ONGs a Melhor ONG de Cultura em 2018 e uma das 100 Melhores ONGs do Brasil em 2022, a Sustenidos conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Prefeitura Municipal de São Paulo e outras, de empresas e pessoas físicas. As instituições interessadas em investir na Sustenidos podem contribuir por verba livre ou através das Leis de Incentivo à Cultura (Federal e Estadual). Pessoas físicas também podem ajudar de diferentes maneiras. Saiba como contribuir no site da Sustenidos.

Postar um comentário

0 Comentários