Quando a vida importa

Viver é um ato coletivo, ainda que cada um carregue sua história por dentro. A gente atravessa dias em que tudo parece correr e dias em que o mundo pesa — e, entre um e outro, aprendemos que nenhuma trajetória é linear, nenhum sucesso é permanente e nenhuma dor é invisível. O que sustenta a vida, no fim, não é apenas a soma de conquistas, mas a rede de vínculos: quem estende a mão, quem escuta sem julgar, quem oferece oportunidade, quem cria condições para que o outro não precise escolher entre sobreviver e desistir. Por isso, vale perguntar, com honestidade:

Que tipo de sociedade estamos construindo quando a dignidade se torna privilégio?

A vida não é um número em relatório, nem uma estatística que se aceita por cansaço. Vida é tempo, é possibilidade, é projeto. E projetos precisam de chão: educação que amplia horizontes, saúde que acolhe, trabalho que reconhece, cidade que inclui, instituições que inspiram confiança.

A verdadeira grandeza de um país não se mede pela força de seus discursos, mas pela capacidade de preservar e melhorar vidas — especialmente as que mais precisam. Há um ponto em que eficiência e humanidade deixam de ser escolhas opostas: investir em bem-estar é também investir em produtividade, em paz social, em futuro compartilhado. Quando a dignidade avança, a criatividade floresce, o talento aparece, a economia respira, a convivência melhora. E o que parecia custo se revela decisão inteligente.

Talvez seja isso que nos falte lembrar com mais frequência: ninguém prospera sozinho por muito tempo. A prosperidade que vale é a que não exige vítimas. A política que honra seu nome é a que protege, a gestão que merece respeito é a que presta contas, a liderança que inspira é a que abre caminhos. Se quisermos um Brasil mais feliz e mais próspero, o ponto de partida é simples — e exigente: tratar cada vida como valiosa, e agir como se isso fosse verdade.

Reflita

Em 2026, o Brasil terá Eleições Gerais. Ou seja, os cargos em disputa são:

Presidente e Vice-Presidente da República
Governador e Vice-Governador de cada estado e do Distrito Federal
Senador: serão duas vagas por unidade da Federação (renovação de 2/3 do Senado)
Deputado Federal
Deputado Estadual (ou Deputado Distrital, no caso do DF

Datas já divulgadas pela Justiça Eleitoral: 1º turno em 4 de outubro de 2026 e, se necessário, 2º turno em 25 de outubro de 2026 (para presidente e governadores). (Justiça Eleitoral)

*Luiz Henrique Arruda Miranda é Comunicador Social e CEO da Agência Amigo – Comunicação Integrada, publisher do Portal do HoteleiroCrédito: Imagem de Iuri, meu neto (4 anos). Legenda: Vovô e Vovó.

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