A programação do mês conta duas coreografias do Balé da cidade de São Paulo, Encruzilhada e Adeus, deus, apresentação da série Diálogos do Quarteto de Cordas, concerto da Orquestra Sinfônica Municipal com regência de Mei-Ann Chen e participação do violinista Guido Sant’Anna, além da apresentação da Orquestra Experimental de Repertório e do Coro Lírico com foco no compositor Richard Wagner.
Ensaio de Encruzilhada. Foto: Gustavo Quevedo
Abrindo o mês de março, o Balé da Cidade de São Paulo realiza o projeto Quase em Cena: Encruzilhada, nos dias 3, 5 e 6, sempre às 11h, na Sede do Balé da Cidade de São Paulo, Praça das Artes. Ao abrir o processo criativo, o projeto aproxima espectadores do cotidiano da companhia, permitindo o acesso a camadas de trabalho normalmente restritas aos bastidores. A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia no site. A classificação é livre, a duração aproximada é de 120 minutos, com intervalo.
Na sequência, o Balé da Cidade de São Paulo estreia Encruzilhada na Sala de Espetáculos do Theatro Municipal, com apresentações nos dias 14, 15, 18, 19, 20, 21 e 22 de março. Com concepção e coreografia de Renan Martins; Iolanda Sinatra assina a dramaturgia e o acompanhamento artístico; Helena Araújo, a assistência de coreografia; EPX e Alana Ananias, a trilha sonora e sua execução ao vivo; Jo Rios, o design de luz; e Tom Martins, o figurino. A coreografia articula gestos do imaginário coletivo, práticas corporais populares e arquivos ancestrais, colocando a coletividade no centro da cena como prática instável e necessária. Os ingressos variam de R$13 a R$100 e a duração é de aproximadamente 70 minutos, sem intervalo.
Quarteto de Cordas. Foto: Larissa Paz.
No dia 26 de março, quinta-feira, às 20h, o Quarteto de Cordas da Cidade apresenta Diálogos: Shaw, Mozart e Haydn, na Sala do Conservatório da Praça das Artes. Formado por Betina Stegmann e Nelson Rios nos violinos, Marcelo Jaffé na viola e Rafael Cesario no violoncelo, o grupo interpreta obras de Caroline Shaw, Joseph Haydn e Wolfgang Amadeus Mozart, em um programa que transita entre a música contemporânea e o repertório clássico. Os ingressos custam R$50 e a duração aproximada é de 60 minutos, sem intervalo.
Já nos dias 27 e 28 de março, a Orquestra Sinfônica Municipal apresenta Quadros Sinfônicos, na Sala de Espetáculos, com regência de Mei-Ann Chen e participação do violinista Guido Sant’Anna. O programa reúne obras de An-Lun Huang, Sergei Prokofiev, Kaija Saariaho e Igor Stravinsky, incluindo o Concerto para Violino nº 1, de Prokofiev, e a Suíte O Pássaro de Fogo (1919), de Stravinsky. Os ingressos custam de R$13 a R$100 e a duração é de aproximadamente 1h30, com intervalo.
Montagem de Adeus, deus em 2025. Foto: Rafael Salvador
Ao final do mês, o Balé da Cidade de São Paulo, em conjunto com a Orquestra Sinfônica Municipal, apresenta Adeus, deus, de 28 de março a 1º de abril, na Cúpula do Theatro Municipal. Criada originalmente em 2005, a obra de Sandro Borelli propõe um discurso poético do corpo e uma dramaturgia que aborda o desapego à vida, o conflito entre vontade e desejo e a consciência como instância de julgamento. Com atmosfera trágica e melancólica, o espetáculo se constrói como um manifesto corporal sobre finitude e resignação. Os ingressos custam R$50 e a duração aproximada é de 40 minutos.
Orquestra Experimental de Repertório. Foto: Rafael Salvador.
Por fim, no dia 29 de março, domingo, às 11h, a Orquestra Experimental de Repertório e o Coro Lírico Municipal apresentam Richard Wagner, na Sala de Espetáculos do Theatro Municipal. Sob regência de Wagner Polistchuk e Hernán Sánchez Arteaga, o concerto reúne trechos emblemáticos de óperas de Richard Wagner, como Lohengrin, Tristão e Isolda, O Navio Fantasma, Crepúsculo dos Deuses, As Valquírias e Tannhäuser. Os ingressos variam de R$13 a R$50 e a duração aproximada é de 60 minutos, sem intervalo.
Assessoria de imprensa
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SOBRE O COMPLEXO THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO
O Theatro Municipal de São Paulo é um equipamento da Prefeitura da Cidade de São Paulo ligado à Secretaria Municipal de Cultura e à Fundação Theatro Municipal de São Paulo.
O edifício do Theatro Municipal de São Paulo, assinado pelo escritório Ramos de Azevedo em colaboração com os italianos Claudio Rossi e Domiziano Rossi, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Trata-se de um edifício histórico, patrimônio tombado, intrinsecamente ligado ao aperfeiçoamento da música, da dança e da ópera no Brasil. O Theatro Municipal de São Paulo abrange um importante patrimônio arquitetônico, corpos artísticos permanentes e é vocacionado à ópera, à música sinfônica orquestral e coral, à dança contemporânea e aberto a múltiplas linguagens conectadas com o mundo atual (teatro, cinema, literatura, música contemporânea, moda, música popular, outras linguagens do corpo, dentre outras).
Oferece diversidade de programação e busca atrair um público variado. Além do edifício do Theatro, o Complexo Theatro Municipal também conta com o edifício da Praça das Artes, concebido para ser sede dos Corpos Artísticos e da Escola de Dança e da Escola Municipal de Música de São Paulo.
Sua concepção teve como premissa desenhar uma área que abraçasse o antigo prédio tombado do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e que constituísse um edifício moderno e uma praça aberta ao público que circula na área.
Inaugurado em dezembro de 2012 em uma área de 29 mil m², o projeto vencedor dos prêmios APCA e ICON AWARDS é resultado da parceria do arquiteto Marcos Cartum (Núcleo de Projetos de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura) com o escritório paulistano Brasil Arquitetura, de Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz.
Quem apoia institucionalmente nossos projetos, via Lei de Incentivo à Cultura: Bradesco, CAIXA Vida e Previdência, Elevadores Atlas Schindler, Mobilize, igc Partners, Scotiabank, CAIXA Seguridade. Pessoas físicas também fortalecem nossas atividades através de doações incentivadas.
SOBRE A SUSTENIDOS
A Sustenidos é uma organização referência na concepção, implantação e gestão de políticas públicas na área cultural que já impactou a vida de mais de 2 milhões de pessoas em 25 anos de atuação. Atualmente, é gestora do Complexo Theatro Municipal de São Paulo, do Conservatório de Tatuí e do Musicou, além do projeto especial MOVE e o festival Big Bang. De 2004 a 2021, também foi gestora do Projeto Guri, maior programa sociocultural brasileiro. Eleita pelo prêmio Melhores ONGs a Melhor ONG de Cultura em 2018 e uma das 100 Melhores ONGs do Brasil em 2022, a Sustenidos conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Prefeitura Municipal de São Paulo e outras, de empresas e pessoas físicas. As instituições interessadas em investir na Sustenidos podem contribuir por verba livre ou através das Leis de Incentivo à Cultura (Federal e Estadual). Pessoas físicas também podem ajudar de diferentes maneiras. Saiba como contribuir no site da Sustenidos.




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