Grupo pernambucano, expoente do movimento Manguebeat, faz apresentação especial com a Orquestra Experimental de Repertório do Municipal de São Paulo. O programa conta com as músicas do disco Afrociberdelia, reimaginadas para orquestra.
Foto: André Almeida/Divulgação
Em fevereiro, o Theatro Municipal de São Paulo segue com sua programação dedicada a encontros inéditos entre diferentes linguagens musicais. Nos dias 2 e 3, às 20h, a Sala de Espetáculos recebe Nação Zumbi Sinfônico – Afrociberdelia 30 Anos, concerto especial que celebra três décadas de “Afrociberdelia” (1996), segundo disco da Nação Zumbi da formação com Chico Science e produzido pelo paulistano Eduardo Bidlovski (BID), um álbum histórico e marco do movimento manguebeat. Os ingressos variam de R$30 a R$140 (inteira), classificação livre para todos os públicos, duração de 75 minutos.
Uma das bandas mais celebradas da música brasileira, a Nação Zumbi surgiu no início dos anos 1990, no Recife, então sob o nome Chico Science & Nação Zumbi, e inaugurou a cena Mangue com uma sonoridade que mescla funk, rock, maracatu, embolada, e psicodelia, sendo reconhecida como uma das contribuições mais importantes para a modernização da música brasileira, ao lado da Bossa Nova e do Tropicalismo.
O projeto promove um encontro inédito entre a banda e a Orquestra Experimental de Repertório, sob regência de Wagner Polistchuk, com orquestrações assinadas pelo pernambucano Mateus Alves, em uma criação concebida especialmente para o palco do Municipal.
No palco, Jorge Du Peixe (vocal) lidera a Nação Zumbi ao lado de Dengue (baixo), Toca Ogan (percussão), Marcos Matias e Da Lua (tambores), Tom Rocha (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra).
No repertório, a banda toca o disco na íntegra e apresenta versões orquestrais de faixas como Mateus Enter, Etnia, Manguetown, Maracatu Atômico e outras. No Carnaval 2026, a Nação Zumbi será homenageada pela Acadêmicos da Grande Rio no desfile da escola na Marquês da Sapucaí, no Rio de Janeiro, com o enredo "A Nação do Mangue", dedicado ao movimento Manguebeat.
SERVIÇO
Nação Zumbi Sinfônico – Afrociberdelia 30 anos
Sala de Espetáculos
Data e horário
02/02 e 03/02, às 20h
Elenco
Nação Zumbi
Jorge Du Peixe, vocal
Dengue, baixo
Toca Ogan, percussão
Marcos Matias e Da Lua, tambores
Tom Rocha, bateria
Neilton Carvalho, guitarra
Mateus Alves, orquestração
Orquestra Experimental de Repertório
Wagner Polistchuk, regência
Ingressos de R$ 30,00 a R$ 140,00 (inteira)
Duração de 75 minutos
Classificação: livre para todos os públicos — sem conteúdos potencialmente prejudiciais para qualquer faixa etária
Assessoria de imprensa
André Santa Rosa - (82) 99329-6928
andre.lima@theatromunicipal.
Letícia Santos - (11) 97446-0462
leticia.dossantos@
Luana Ribeiro (assessoria Nação Zumbi) - (21) 99347-9096
SOBRE O COMPLEXO THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO
O Theatro Municipal de São Paulo é um equipamento da Prefeitura da Cidade de São Paulo ligado à Secretaria Municipal de Cultura e à Fundação Theatro Municipal de São Paulo.
O edifício do Theatro Municipal de São Paulo, assinado pelo escritório Ramos de Azevedo em colaboração com os italianos Claudio Rossi e Domiziano Rossi, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Trata-se de um edifício histórico, patrimônio tombado, intrinsecamente ligado ao aperfeiçoamento da música, da dança e da ópera no Brasil. O Theatro Municipal de São Paulo abrange um importante patrimônio arquitetônico, corpos artísticos permanentes e é vocacionado à ópera, à música sinfônica orquestral e coral, à dança contemporânea e aberto a múltiplas linguagens conectadas com o mundo atual (teatro, cinema, literatura, música contemporânea, moda, música popular, outras linguagens do corpo, dentre outras).
Oferece diversidade de programação e busca atrair um público variado. Além do edifício do Theatro, o Complexo Theatro Municipal também conta com o edifício da Praça das Artes, concebido para ser sede dos Corpos Artísticos e da Escola de Dança e da Escola Municipal de Música de São Paulo.
Sua concepção teve como premissa desenhar uma área que abraçasse o antigo prédio tombado do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e que constituísse um edifício moderno e uma praça aberta ao público que circula na área.
Inaugurado em dezembro de 2012 em uma área de 29 mil m², o projeto vencedor dos prêmios APCA e ICON AWARDS é resultado da parceria do arquiteto Marcos Cartum (Núcleo de Projetos de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura) com o escritório paulistano Brasil Arquitetura, de Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz.
Quem apoia institucionalmente nossos projetos, via Lei de Incentivo à Cultura: Bradesco, CAIXA Vida e Previdência, Elevadores Atlas Schindler, Mobilize, igc Partners, Scotiabank, CAIXA Seguridade. Pessoas físicas também fortalecem nossas atividades através de doações incentivadas.
SOBRE A SUSTENIDOS
A Sustenidos é uma organização referência na concepção, implantação e gestão de políticas públicas na área cultural que já impactou a vida de mais de 2 milhões de pessoas em 25 anos de atuação. Atualmente, é gestora do Complexo Theatro Municipal de São Paulo, do Conservatório de Tatuí e do Musicou, além do projeto especial MOVE e o festival Big Bang. De 2004 a 2021, também foi gestora do Projeto Guri, maior programa sociocultural brasileiro. Eleita pelo prêmio Melhores ONGs a Melhor ONG de Cultura em 2018 e uma das 100 Melhores ONGs do Brasil em 2022, a Sustenidos conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Prefeitura Municipal de São Paulo e outras, de empresas e pessoas físicas. As instituições interessadas em investir na Sustenidos podem contribuir por verba livre ou através das Leis de Incentivo à Cultura (Federal e Estadual). Pessoas físicas também podem ajudar de diferentes maneiras. Saiba como contribuir no site da Sustenidos.




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